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sábado, 17 de setembro de 2011

Lindas mas...perigosas!!!!


As estradas mais perigosas do Brasil 


Você já trocou o óleo? Verificou as pastilhas de freio? está tudo ok com o seu carro?
 Bem,se você está pensando em pegar qualquer uma destas estradas brasileiras, é
 melhor dobrar a atenção, ser cauteloso e estar com seu possante bem alinhado,
 aí está uma lista com as rodovias mais perigosas do nosso país.


.

Rodovia Translitorânea  -  BR 101
Nada de serras ou desfiladeiros – a BR-101 não precisa disso para registrar
 seus 76 acidentes por dia. Nos trechos com traçado antigo, sinalização
 precária e excesso de caminhões, como de Guarapari a Iconha, no 
Espírito Santo, ela proporciona as ultrapassagens mais emocionantes
 – no mau sentido – do Brasil. Já nos locais que receberam asfalto 
novinho, motoristas imprudentes lideram o número de acidentes
 por conta da alta velocidade. A rodovia cruza o litoral brasileiro do 
Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul.
- Serra do Rio do Rastro, Rodovia SC-438
No trecho de 35 km entre Bom Jardim da Serra e Lauro Müller, a estrada
 desce a Serra do Rio do Rastro em um dos mais perigosos e bonitos
 percursos do Brasil. Durante o inverno, o frio é tanto que chega a criar uma
 fina camada de gelo por cima da pista, e a atenção precisa ser redobrada.
 O Carlos Palma comentou no ultimo post que a situação por lá já foi pior:
 “a já mencionada Serra do Rio do Rastro, quando ainda sem asfalto e concreto,
 e em situação de chuva pesada, era muito mais perigosa ainda do que atualmente.
 Pedras e cascalhos rolando em meio as valetas que se abriam na estrada eram 
uma boa maneira de se avaliar sua sorte em dias como aqueles. Sem dúvida, uma 
das mais bonitas do Brasil”.
- Serra do Corvo Branco – Rodovia SC-439
Alcançando quase 1500 metros de altura, a estrada que passa pela Serra do
 Corvo Branco parece uma escada que leva montanha acima. São curvas
 fechadas assustadoras, protegidas por um alambrado que não tem cara 
de que aguenta
 segurar uma bicicleta, que dirá um carro. Os dias de chuva são recomendados
 apenas para quem está com o seguro de vida em dia.
- Rodovia Oswaldo Cruz – SP 125
Cheia de pontos cegos, cotovelos, e muito íngreme, a estrada que liga Taubaté
 ao litoral norte de São Paulo pode ser uma delícia para os mais experientes, 
mas também é um perigo, não só por ser sinuosa, mas pelo trânsito intenso
 de veículos pesados. Os 91 km até Ubatuba são bem familiares para quem
 vive no Vale do Paraíba, mas devem ser percorridos com muita atenção pelos
 novatos.
- Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro, SP-123
Curvas, curvas, mais curvas, e uma assombrosa elevação de altitude em
 poucos quilômetros. A estrada que leva ao inverno mais hype do estado
 de São Paulo, Campos do Jordão, é cheia de placas amarelas. É preciso
 ficar ligado no ziguezague para não sair nada errado. São 47 km pela Serra
 da Mantiqueira, em um espetáculo de paisagens – mas cuidado para não se
 distrair.
- Estrada da Graciosa – Rodovia PR-410
Para conservar os encantos de século 19, foram mantidos os paralelepípedos
 e pedras lisas que fazem a pavimentação dos 28 km da estrada, o que
 significa ladeiras sinuosas e pouco aderentes. Um bom passeio no verão,
 quando as construções coloniais estão cercadas de flores. É proibido o
 tráfego 
de ônibus e caminhões.
- Serra do Marçal – BA-263
Curvas fechadas, descidas perigosas e desfiladeiros são lugar comum
 aqui, mas a Serra do Marçal também sofre de algo muito comum
 das estradas brasileiras:as condições do asfalto às vezes são tão ruins
 que parece que o percurso foi esquecido em algum ponto dos anos 70. 


 Referência
Duarte. Rafael,
DNIT

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

RODOVIAS

  RODOVIAS



As estradas pavimentadas permitem o acesso barato e rápido de homens e mercadorias aos pontos mais remotos de uma nação. De utilidade indiscutível para indivíduos, sociedades e economias de qualquer período da história, o deslocamento por via terrestre transformou-se no principal meio de transporte de médias e longas distâncias do mundo contemporâneo.
Rodovia é um caminho público, construído de acordo com certos requisitos técnicos, destinado à circulação de veículos fora do perímetro das cidades. No uso contemporâneo, a palavra rodovia é sinônimo de auto-estrada ou autopista, pavimentada, de pista dupla, para veículos de alta velocidade; o termo estrada tem uso mais abrangente e designa tanto a rodovia como os caminhos vicinais, veredas e trilhas sem calçamento das regiões rurais, de pouco trânsito de veículos e freqüentemente usados por pessoas que viajam a pé, em carroças ou montadas em animais.
Pelas rodovias e estradas do Brasil circulam 17,9 milhões de automóveis, 3,087 milhões de comerciais leves, 1,17 milhão de caminhões e cerca de 258 mil ônibus. Mais de 60% do transporte de cargas é realizado através das rodovias nacionais. Segundo o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT), o país possui pouco mais de 1,7 milhões de quilômetros de estradas, dos quais apenas cerca de 10% são pavimentados, num total de aproximadamente 172.897 quilômetros. Destes, 57.211 km são de estradas federais (33%), 94.753 km são de estradas estaduais (55%) e 20.914 km são de estradas municipais (12%). Oitenta por cento dos pavimentos têm mais de dez anos.
O estado de conservação, pavimentação e sinalização das rodovias em geral é bastante deficiente. Com a privatização de 5,5 mil quilômetros, sob o regime de concessão, as condições de alguns trechos melhoraram, de forma significativa, no que diz respeito à segurança, sinalização e estado do piso.
As 10 melhores rodovias do Brasil
Segundo o Guia 4 Rodas, publicação da Editora Abril, as 10 melhores estradas brasileiras, considerando-se as condições de trafegabilidade, como asfalto e sinalização; além de infra-estrutura de apoio aos motoristas, como socorro e postos de serviço, são essas:
1.) Rodovia dos Bandeirantes (SP) - que liga a capital à Codeirópolis;
2.) Rodovia dos Imigrantes (SP) - que liga a capital à São Vicente;
3.) Rodovia Castello Branco (SP) - que liga a capital à Espírito Santo do Turvo;
4.) Rodovias Ayrton Senna e Carvalho Pinto (SP) - que ligam a capital à Taubaté;
5.) Rodovia Washington Luiz (SP) - que liga Limeira à São José do Rio Preto;
6.) Rodovia Anhanguera (SP) - que liga a capital ao triângulo mineiro;
7.) Freeway (RS) - que liga Osório à Eldorado do Sul, passando por Porto Alegre;
8.) Rodovia Washinton Luiz (RJ), que liga o Rio de Janeiro à Juiz de Fora;
9.) Rodovias Com. João Ribeiro de Barros e Eng. Paulo Nilo (SP) - que ligam Bauru à Itirapina;
10) Rodovia do Café (PR) - Que liga Curitiba à Ponta Grossa.

Para classificar as rodovias o Guia 4 Rodas, conta com uma equipe de repórteres que chega a rodar mais de 250 mil quilometros por ano.
Todas as rodovias classificadas são pedagiadas. Interessante se observar o caso das Rodovias Ayrton Senna e Carvalho Pinto, que aparecem na quarta posição e estão incluídas no novo pacote de concessões rodoviárias do governo de São Paulo que deve lançar os editais nos próximos dias. Pelo jeito a empresa que ganhar esse trecho não vai precisar investir nada nas rodovias, só resta saber se vai continuar cobrando R$. 13,50, em cada um dos sentidos, nos cerca de 130 km