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segunda-feira, 19 de julho de 2010

Uma das mais belas do País



Elo econômico, verdadeiro cartão postal, cenário de generosas belezas naturais, ao longo de 209 km, no Estado do Rio e de 248 km, em território paulista. Entregue em três etapas - 1973, 74 e 75, sem inauguração oficial - a Rio-Santos (BR 101) atendeu três objetivos principais: unir os dois mais importantes pólos econômicos, em opção lógica e vantajosa, pela Serra do Mar; servir como meio de fuga para os moradores da região de Angra dos Reis, em caso de problema grave na Usina Nuclear; exibir os encantos da natureza, ao turismo, na área litorânea, com mais de duas mil praias e ilhas, além de cachoeiras, matas e montanhas.

Orçada em cerca de Cr$ 700 milhões, com 40% dos recursos financiados pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento, a rodovia, além de conside-rada como uma das mais belas do país, teve sua importância igualada à Transa-mazônica, pois abriria caminho ao progresso de uma região de vasto poder econômico, em território fluminense e da Baixada Santista que sofria com a precariedade de acesso, restrito às ligações entre a Via Dutra, Angra dos Reis e Cartaguatatuba.

Obra Prioritária

A BR-101 foi considerada obra prioritária, realizada em duas etapas: do Rio a Ubatuba e de Ubatuba até Cubatão. O primeiro trecho foi concluído no primeiro semestre de 1971, dando origem ao lançamento oficial, em 1973, do Ano Nacional do Turismo. A construção da estrada pretendia dar condições para o desenvolvimento do turismo na região e servia de modelo para a implantação de outras rodovias do gênero, como a ligação entre o Rio de Janeiro e a Bahia, pelo litoral.
O mau tempo, as chuvas impiedosas, não impediram o andamento das obras da rodovia , a construção de 39 pontes e dois túneis, seguiu em rítmo acelerado, registrando-se recorde em matéria de volume de terraplanagem no país. Já na segunda fase, de Ubatuba a Cubatão, a intensidade das chuvas de 1973 acabou comprometendo o cronograma das obras.
A crise do petróleo e a mudança na prioridade da política de transportes do governo federal, fez com que a segunda etapa sofresse sérias alterações no projeto. Viadutos que foram construídos acabaram abandonados na mata e hoje podem ser vistos de longe, unindo o nada a lugar algum. Para terminar a ligação entre as duas grandes capitais portuárias do país, Rio e Santos, foi necessário utilizar trechos da rodovia paulista, hoje SP 055, que percorre as cidades do litoral norte.
A Rio - Santos desenvolveu turismo na região, permitindo aos turistas percorrer paisagens paradisíacas e conhecer um dos trechos de litoral mais bonitos do mundo. Partindo do Rio de Janeiro tem Itacuruçá, Mangaratiba, Angra dosReis, Parati, Ubatuba, Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião, Bertioga, Guarujá, passando por inúmeros lugarejos com praias maravilhosas, onde história e natureza convivem a cada quilômetro.
No geral, a rodovia oferece boas condições, embora passe por dentro de várias cidades e exija paciência do motorista. O trecho fluminense, com problemas de condições do asfalto, deficiências de sinalização e erosões está sendo recuperado pelo DNER e deverá estar em excelentes condições até o final do ano. O desenvolvimento do turismo já está exigindo algumas obras que permitam desviar o tráfego da área urbana dos municípios litorâneos, mas, até lá, vale a pena aproveitar a proximidade do mar e conhecer, sem pressa, a maior extensão de rodovia do país, com praias que encantam motoristas e viajantes.

Rodovia Presidente Dutra

Rodovia Presidente Dutra (BR-116, também SP-60 no estado de São Paulo) faz a ligação entre as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo.

Possui extensão total de 402 km, iniciando-se no Trevo das Margaridas, no Rio de Janeiro e terminando na Ponte Presidente Dutra, no acesso àMarginal Tietê, em São Paulo.

No estado do Rio de Janeiro, a rodovia tem extensão de 171 km, e no estado de São Paulo, 231 km.

A Via Dutra é considerada a rodovia mais importante do Brasil, não só por ligar as duas metrópoles nacionais, mas bem como atravessar uma das regiões mais ricas do país, o Vale do Paraíba e ser a principal ligação entre o Nordeste e o Sul do Brasil

A primeira ligação rodoviária entre o Rio de Janeiro e São Paulo foi aberta pelo governo do então presidente Washington Luis e inaugurada a 5 de maio de 1928.História

Em 1938 foi inaugurado o Monumento Rodoviário da Rodovia Presidente Dutra.

Rodovia Presidente Dutra na divisa entre Rio de Janeiro e São Paulo.

No final da década de 1940, a industrialização e a necessidade de uma ligação viária mais segura e eficaz entre as duas maiores cidades brasileiras levaram à construção da atual Via Dutra, inaugurada em 19 de janeiro de 1951 pelo Presidente Eurico Gaspar Dutra. A BR-2, como era conhecida então, possuía pista simples em grande parte do seu percurso, e só era duplicada nos trechos entre São Paulo e Guarulhos, e na Baixada Fluminense.

Durante a década de 1960 a pista foi duplicada em vários trechos. Em1967 foi entregue a via duplicada em toda extensão, tornando-se a principal autopista do país.

Na década de 1980 o tráfego na Dutra foi aliviado pela construção, pelo governo paulista, de uma via expressa entre São Paulo e Guararema, denominada de Rodovia dos Trabalhadores, atual Rodovia Ayrton Senna. Esta via foi prolongada na década de 1990 até à cidade de Taubaté, sob o nome de Rodovia Governador Carvalho Pinto.

Trecho da Dutra no município de Taubaté (SP).

Diversas personalidades faleceram em acidentes na Via Dutra, tais comoFrancisco Alves (1952), na altura de Pindamonhangaba e o ex-presidenteJuscelino Kubitschek (1976), nas proximidades de Resende.

Em março de 1996 a operação da rodovia foi concedida e atualmente é administrada pela empresa NovaDutra S/A, a qual realizou obras de melhoria e ampliação da pista, como marginais em São José dos Campos.


Impactos da Rodovia

Além de facilitar o tráfego entre o Sul e o Norte do país, a Via Dutra possui papel essencial na recuperação econômica do Vale do Paraíba, região que se encontrava em longa decadência econômica na época da construção da rodovia.

E apesar de tudo, nossas rodovias são uma lástima


As rodovias brasileiras necessitam de R$ 183,5 bilhões em investimentos para dar conta das demandas atuais. Deste total, apenas 13% estão contemplados pela primeira versão do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), segundo o estudo Rodovias Brasileiras: Gargalos, Investimentos, Concessões e Preocupações com o Futuro, divulgado hoje (24) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

“Identificamos três categorias de gargalos. A primeira, relacionada ao campo de recuperação, adequação e duplicação, é a que mais demanda recursos: R$ 144,18 bilhões. Para construção e pavimentação serão necessários outros R$ 38,5 bilhões. E a terceira categoria está relacionada com o que chamamos, do ponto de vista da engenharia, de obras de arte. Estas, que envolvem obras como pontes e viadutos, carecem de R$ 830 milhões”, explica o coordenador de Infraestrutura Econômica do Ipea, Carlos Campos.

“O PAC cobre aproximadamente 13% das demandas identificadas, e apenas 7% no que se refere a recuperação e duplicação de vias”, avalia Campos.“O programa é um grande avanço em relação ao que vinha sendo feito, que era praticamente nada. Mas ainda é insuficiente em relação à degradação que houve na malha rodoviária brasileira, em consequência de 25 anos sem investimentos”, acrescenta.

Segundo o pesquisador, 70% das obras do programa ligadas a rodovias estão com o cronograma atrasado. “Parte dos atrasos da execução física dessas obras é justificada pelas paralisações do TCU [Tribunal de Contas da União]”, acrescenta.

Campos explica que o estudo do Ipea só leva em consideração o PAC 1, que prevê investimentos de R$ 23,3 bilhões entre 2007 e 2010. A segunda versão do programa prevê investimentos de R$ 50,4 bilhões entre 2011 e 2014.

Campos chama atenção para a necessidade de ampliação e duplicação das estradas prevista para os próximos anos, em decorrência do crescimento da economia. Isso, segundo ele, implica em aperfeiçoar o modelo de concessão de rodovias.

“Há inclusive problemas no sistema de contratos de concessão, que têm prazos de 25 anos e não preveem a ampliação da malha brasileira prevista para o período”, avalia. Ele sugere que, para amenizar esse tipo de problema, o país adote um sistema similar ao do Chile.

“No modelo chileno, a empresa diz qual é o total de receita necessário para cobrir os investimentos e a manutenção, além, é claro, do lucro. Ganha quem apresentar a menor receita, e o contrato se encerra no momento em que a receita se iguala ao total previsto de custos e de lucro. Ou seja: o aumento da receita, após a concessão, faria com que o contrato termine antes”, explica.

“Como sempre, as rodovias continuarão dependendo dos investimentos públicos, que, reforçados pelo PAC, tiveram crescimento superior a 500% entre 1999 e 2008”, disse o pesquisador.

Ele acrescenta que apenas 15% das rodovias interessam ao setor privado. “Se considerarmos que 9% da malha já está com eles, vemos claramente que há um teto [de investimentos privados] muito próximo ao quadro atual”.

De acordo com o Ipea, há no Brasil 170 mil quilômetros de rodovias pavimentadas. Deste total, 61 mil quilômetros são de vias federais.

Segundo o estudo, os recursos destinados ao setor de transporte subiram, em termos proporcionais ao Produto Interno Bruto, de 0,38% em 1999 para 1,15% em 2008. Em termos de valor, isso equivale a um aumento de R$ 1,7 bilhão para R$ 33 bilhões. No caso específico do transporte rodoviário, o aumento médio foi de 70%, passando de R$ 1,1 bilhão para R$ 26,6 bilhões.

O estudo diz, ainda, que mais de 65% das estradas federais encontram-se em um estado entre deficiente e péssimo e que apenas 12% estão pavimentadas. Um retrato que, segundo Campos, não condiz com a importância desse tipo de transporte, que é responsável pelo deslocamento de cerca de 60% das cargas transportadas nacionalmente. (
Agência Brasil)

DECIFRANDO A LINGUAGEM DE NOSSAS ESTRADAS

nomenclatura, iniciais e da numeração das estradas, o que me fez refletir sobre a necessidade de repassar esta informação aos meus amigos e todos aqueles que visitam o site.
Além do que por ele me foi dito, busquei ampliar as informações, através da internet, de molde a poder repassar-lhes o máximo de informações, como adiante podem ler.
Comumente preparamos nossas bagagens, vistoriamos nossas motos, conferimos a documentação necessária e rumamos para alguma estrada a fim de relaxar, de curtir as paisagens, enfim, de afastar, de qualquer maneira, o estresse do dia a dia.
No entanto, embora já tenhamos rodado muitos e muitos quilômetros, nunca nos preocupamos em
DECIFRAR O NOME DAS ESTRADAS, quer dizer, nunca nos preocupamos em saber sobre a identificação da estrada, a qual pode nos fornecer informações valiosíssimas e seguramente nos facilitará a chegada ao objetivo.
Sugiro que antes de mais nada você pegue um mapa rodoviário para melhor poder entender o que direi adiante.

Pegou? Então Ok. Vamos lá!

Porque uma estrada é identificada por duas letras: BR ou SC, PR, RS, etc., seguidas de três algarismos?
O que quer dizer tudo isso é o que vamos tentar responder agora.

RODOVIAS FEDERAIS

A NOMENCLATURA
Uma
Rodovia Federal é facilmente identificada por sua nomenclatura, definida pela sigla BR, seguida de três (3) algarismos.
O primeiro algarismo indica a categoria da rodovia, os dois outros definem a posição, tomando por base a Capital Federal e os limites do País: norte, sul, leste e oeste.

As Rodovias Federais (BR), são divididas em 5 (cinco) tipos:
-
RADIAIS: BR-0xx – partem da capital federal em direção aos extremos do país.
-
LONGITUDINAIS: BR-1xx - rodovias que cortam o país na direção Norte-Sul.
-
TRANSVERSAIS: BR-2xx - rodovias que cortam o país na direção Leste-Oeste.
-
DIAGONAIS: BR-3xx - podem apresentar dois modos de orientação: Noroeste-Sudeste ou Nordeste-Sudoeste.
-
DE LIGAÇÃO: BR-4xx - rodovias apresentam-se em qualquer direção.
- Existem
2 rodovias com a nomenclatura: BR-6xx - Estas são de pouca extensão. (BR-600 e BR-610)
Vamos ver mais detalhadamente cada uma delas:

As RADIAIS, são aquelas que afastam ou aproximam os usuários da Capital Federal. Observe que o sentido de quilometragem parte do Anel Rodoviário de Brasília em direção aos extremos do país e tem o quilometro zero de cada Estado no ponto da rodovia mais próximo da Capital Federal. São sempre identificadas por BR-xxx.
Sua nomenclatura será sempre
BR-0xx (0 + um número com dois caracteres). Exemplificando: BR-010, BR-040, etc.
O primeiro algarismo é "0".
Os dois seguintes variam entre 10 e 90, sempre nos múltiplos de dez e no sentido horário. Exemplo: BR-040.

Foram planejadas 9 rodovias federais radiais, sendo que uma delas aguarda construção.

RodoviaSentidoExtremidadeExtensão
BR-010NorteBelém, PA1.954,1 km
BR-020NordesteFortaleza,CE2.038,5 km
BR-030LesteBarra Grande, BA1.158,0 km
BR-040SudesteRio de Janeiro, RJ1.178,7 km
BR-050SulSantos,SP1.025,3 km
BR-060SudoesteBela Vista,MS1.329,3 km
BR-070OesteCáceres, MT1.317,7 km
BR-080NoroesteUruaçu, GO228,3 km
BR-090Ficou apenas no Projeto(Ligação Brasília ao extremo norte do país)


As LONGITUDINAIS são as que ligam Cidades ou Estados, cortando o território nacional na direção NORTE-SUL. Essas são bem conhecidas. Ao consultarmos os mapas veremos que aparecem na posição VERTICAL e são identificadas como BR-1XX (1 + um número com dois caracteres). Exemplificando: as famosas BR-101, BR-116.

A quilometragem destas rodovias é medida no sentido NORTE-SUL. As únicas exceções deste caso são As BR-163 e BR-174, que têm o sentido de quilometragem do SUL para o NORTE.
A numeração varia de 00 a 50, no trecho que vai do extremo Leste do País até Brasília. Varia de 50 a 99 entre a Capital e o extremo Oeste.
Rodovias Federais LONGITUDINAIS:

BR-101BR-146
BR-104BR-153
BR-110BR-154
BR-116BR-158
BR-120BR-163
BR-122BR-174
BR-135-


As TRANSVERSAIS são as que cruzam o território nacional no sentido LESTE-OESTE. A quilometragem dessas rodovias é sempre medida nesse sentido. Verificamos nos mapas que elas aparecem na posição horizontal e são identificadas por BR-2xx (2 + um número com dois caracteres). Exemplificando: BR-210, BR-277.
A numeração de dois caracteres varia de 00 a 50 no trecho que vai do extremo Norte do País até Brasília. Varia de 50 a 99 entre a Capital e o extremo Sul.
Rodovias Federais TRANSVERSAIS:

BR-210BR-265
BR-222BR-267
BR-226BR-272
BR-230BR-277
BR-232BR-280
BR-235BR-282
BR-242BR-283
BR-251BR-285
BR-259BR-290
BR-262BR-293




As DIAGONAIS, como o próprio nome diz, são aquelas que em seu traçado, aparecem inclinadas nos mapas, pois cruzam o país em dois modos de orientação: Noroeste-Sudeste ou Nordeste-Sudoeste. São identificadas por BR-3xx(3 + um número com dois caracteres). Exemplificando: BR-365, BR-307.
A numeração pode variar de 01 a 99.
Rodovias Federais DIAGONAIS:

BR-307BR-376
BR-316BR-381
BR-319BR-386
BR-356BR-393
BR-364-



As de LIGAÇÃO, cujo próprio nome já está a indicar que são aquelas que ligam uma rodovia federal a outra, ou ainda a alguma localidade próxima ou as nossas fronteiras internacionais, ou por fim, que não possam ser classificadas em nenhum dos outros tipos. Podem ser identificadas por BR-4xx (4 + um número com dois caracteres). Exemplificando: BR-401, BR-457.
A contagem da quilometragem dessas rodovias de ligação segue do ponto mais ao Norte da rodovia para o ponto mais ao Sul. No caso de ligação entre duas rodovias federais, a quilometragem começa na rodovia de maior importância.
A numeração pode variar de 01 a 99.
Principais rodovias de LIGAÇÃO:

BR-401BR-476
BR-459BR-484
BR-463BR-488
BR-465BR-493
BR-469BR-497
BR-470-



ATENÇÃO PARA ESTES IMPORTANTES DETALHES:

Superposição de Rodovias
Na ocorrência de superposições de duas ou mais rodovias, o que não é raro acontecer, é adotado o número da rodovia que tem maior importância, ou seja, a de maior volume de tráfego. Contudo, já se adota como rodovia representativa do trecho superposto, a rodovia de menor número.

Quilometragem das Rodovias
Importante destacar que a quilometragem das rodovias não é cumulativa entre as Unidades da Federação. Por esta razão, toda vez que uma rodovia adentra ou inicia em uma nova Unidade da Federação, sua quilometragem começa a ser contada a partir de zero. O sentido da quilometragem segue sempre o sentido descrito na Divisão em Trechos do Plano Nacional de Viação, como visto acima.


RODOVIAS ESTADUAIS

As RODOVIAS ESTADUAIS, são identificadas como: SC ou PR ou SP (sempre iniciadas com a sigla da unidade da federação)
Existem dois (2) os tipos de rodovias estaduais:
-
RADIAIS
-
TRANSVERSAIS

As RADIAIS servem para distanciar ou aproximar o usuário da Capital do Estado e terá número par. Convém esclarecer que a numeração também varia de acordo com o ângulo que ela está, em relação a posição da Capital. Ex: a SP-330 (Anhangüera) serve para aproximar ou distanciar de São Paulo e está a 330º da cidade.

As TRANSVERSAIS - Se a rodovia passar perpendicularmente à Capital, levará número ímpar. Varia também, de acordo com a distância aproximada que está da capital. Ex: a SP-55 (Cubatão - Guarujá) passa perpendicularmente à São Paulo (capital) e por isso leva número ímpar. O número 55 é porque o ponto da rodovia mais próximo da capital está a aproximadamente 55 km de distância da cidade.

Amigos, espero que tenham entendido um pouco de nossas estradas e as informações que elas podem nos oferecer através da simples leitura de suas nomenclaturas.
Talvez em algum momento de nossa viagem, ou passeio, tais informações nos possam ser úteis.
Até a próxima!